Sistema de caixa pronto para empresa de vistoria automotiva. O atendimento abre pelo veículo e pelo tipo de laudo, o pagamento entra no caixa do operador e o fechamento do turno mostra o que foi recebido. A rotina do posto é implantada em cima desse fluxo, sem desenhar um caixa do zero.
O dinheiro e o cartão se misturam no envelope. No fechamento, o total não bate com a quantidade de vistorias feitas.
O laudo segue e o recebimento fica para depois. No fim da semana há vistoria concluída sem baixa no caixa.
Dois atendentes no mesmo turno e um único controle. Sangria e troca de operador não ficam identificadas.
Estorno de vistoria ou de pagamento some do movimento. Não há quem autorizou nem o motivo.
O horário marcado não vira atendimento. O cliente chega e a agenda de papel não fala com o que foi cobrado.
Despachante e faturamento mensal se perdem no meio dos pagamentos à vista. O que é caixa do dia e o que é a receber do convênio se misturam.
O sistema já está desenvolvido. Na implantação entram o cadastro da sua operação, o treinamento de quem vai usar e o ajuste fino da rotina — não a construção de um software novo.
O operador abre o turno com fundo de troco. Todo recebimento do turno fica nesse caixa até o fechamento.
Tipo de vistoria, placa e cliente no mesmo lançamento que vai gerar a cobrança. O serviço só entra no caixa ligado a um atendimento.
Horários do posto por tipo de laudo. O cliente agendado chega e o atendimento já nasce com o serviço previsto.
Dinheiro, pix e cartão na conclusão. Convênio e faturamento ficam em conta a receber, fora do dinheiro do turno.
O turno fecha com o total por forma de pagamento, a diferença de caixa e a identificação de quem operou.
Estorno de atendimento ou de pagamento pede usuário autorizado e motivo. O movimento original permanece no histórico do caixa.
Despachante e parceiro com tabela própria. O relatório separa o recebido no ato do que será faturado no período.
Quantidade de vistorias por tipo, ticket e o caixa de cada operador no dia. A gestão compara turnos sem recontar envelope.
Empresas de vistoria veicular, postos de laudo cautelar, transferência e seguro, com um ou vários operadores no caixa.
Sim. Cada pessoa abre e fecha o próprio turno. O movimento, a sangria e a diferença ficam no nome de quem operou aquele caixa.
Não. Pagamento no ato entra no caixa. Atendimento de convênio fica em conta a receber do parceiro, para o fechamento do turno não misturar com o que foi faturado para depois.
Sim, com usuário autorizado e motivo. O lançamento cancelado continua visível no histórico, para o caixa do dia explicar a diferença.
Sim. Cada posto tem o próprio movimento e os operadores daquela unidade. O relatório da empresa consolida os caixas sem somar o fundo de troco duas vezes.